“A oralidade é meu culto”, entrevista a Ana Paula Tavares

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É normalmente apontada como a referência da poesia contemporânea angolana no feminino. O que significa isso, na verdade?

Não, não é verdade. Isso seria de uma injustiça extrema para com Ana de Santana, Liza Castel e Maria Alexandre Dáskalos, para só citar três nomes de criadoras intensas, originais no universo da poesia angolana. O número de títulos publicados não invalida outras contribuições de grande qualidade. Procuro um lugar no universo da poesia angolana, porque é de Angola a minha fala. Não sou muito dada a concursos, lugares cimeiros, comendas.